domingo, 30 de maio de 2010

Dimensões Variáveis












Ola People!
Nícolas Vasconcellos aqui para apresentar para vocês uma incrivel esp
osição que eu fui hoje no Espaço Cultural São Paulo! A esposição como o cabeçalho já diz se chama Dimensões Váriaveis.
Eu passei muuuuuito rapido pela esp
osição (cheguei 10 minutos antes de ela fechar e me perdi pelo espaço cultural hehe!), mas meus amigos e minhas amigas, consegui ver a esposição embora não tenha conseguido ver os nomes de cada obra e nem dos artistas que as fizeram, e não tenho foto minha dentro da esposição pois é proibido tirar fotos lá dentro, e o que tive que fazer pra tirar a foto das obras (pra mostrar que fui né hehe)foi sacar meu celular que só tinha 8 fotos sobrando no cartão,dar uma de migué e fingir que estava sómente utilizando este apetrecho tecnológico muito util para fazer ligações e ai sim, conseguir bater fotos das obras, mas... em movimento, pois não parei nenhum momento(como se desse pra parar com o tempo que eu tinha!).
Mas AHÁÁÁ!!! consegui tirar foto até do nome da esposição que é esse que esta descrito no cabeçalho do meu post. Agora vamos ao que interessa: A ESPOSIÇÃO!. Bom aminguinhos e amiguinhas a esposição se encontra - como já mencionei antes - no Espaço Culural São Paulo localizado na Avenida Vergueiro Nº 1000 exatamente do lado do metro Vergueiro Linha 1 Azul. A esposição conta com obras de artistas como Daniel Acosta, Felipe Cohen, Marcius Galan e Nicolás Robbio, as obras que eu consegui ver nesta minha Turbo visitação eu não tenho ideia de quem seja , mas são muito bonitas uma delas, no caso esta aqui:
Esta obra me chamou a atenção pela simplicidade dela, são somente tres gavetas de mesa soltas e colocadas em um determinado formato que acaba formando duas formas diferentes, uma é o proprio retangulo das caixas, mas se observarmos bem veremos triangulos tambem, e para dar um certo "Chalme" em um vidro especialmente cortado para se apoiar em cima da obra.
Outra obra fantastica que quero mostrar para vocês, é um pouco estranha, mas eu achei legal, contemplem ela aqui embaixo:

Esta obra é como voces podem observar, é formada por algumas cadeiras entrelaçadas e entrelaçada nas cadeira há uma especie de faixa amarela, o que dá à obra uma dimensionalidade muito particular e de uma certa forma bonita.
Agora vou mostrar uma que realmente mexe com as dimensões variáveis, esta obra até o momento é a minha favorita e é esta aqui ó:













Esta obra, é muito Show de bola (para mim é claro) porque de todas é a mais simples e por isso a mais bonita, e a que mais tem a ver com a exposição, pois esta mostra dimensões variáveis como se pode notar.
Bom gente esta foi a exposição que eu fui, ela vai ficar no Espaço Cultural São Paulo até dia 04/07/2010 de Terça á Sexta, das 10h ás 20h; Sabados, Domingos e Feriados das, 10h ás 18h, com a entrada franca, e a esposição se encontra no Piso Caio Graco, espero que tnham gostado do meu Post e se gostarem me mandem um e-mail e eu farei outro post aqui no nosso blog. C YA and PEACE!


Maureen Bisilliat
















Maureen Bisilliat e sua percepção pelo decorrer do Brasil.
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Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso
Galeria de arte do SESI – SP Avenida Paulista 1313
Acervo Instituto Moreira Salles

Segunda –feira das 11h às 20h
Terça- Feria a sábado das 10h às 20h
Domingos das 10h às 19h
Até 4 julho/2010

Nascida em Surrey, Inglaterra, mas tão paulistana quanto qualquer outra. Sua exposição contem fotos de uma trajetória de 50 anos pelo Brasil inspirada em obras de escritores brasileiros como Mário de Andrade, Guimarães Rosa , Jorge Amado. A preocupação da artista em nos passar a plasticidade em seu trabalho é evidente. Mistura fotos em pb e coloridas retratando os costumes de nossa cultura, algumas vezes acertando em tons realistas, como o ensaio “Pele Preta”. A saturação do cenário sertanejo com o desbotado das roupas de couro, o forte reflexo da lama do mangue marcam bem o estilo da fotografa. Vale a pena conferir a produção edital feita pela própria Maureen Bissilliat, seus segmentos são pensados como seus própiros livros, : “Bahia amada amado”, “A João Guimarães Rosa” ,“Pele Preta”, “Caranguejeiras”, “Cortejo Luminoso”, “Xingu/Terra” .
rodigo mesquita

PORTINARI na coleção Castro Maya

Luitha Miraglia 40812105

A exposição conta com cerca de 60 obras de Candido Portinari, entre pinturas, desenhos e gravuras, realizadas entre 1938 e 1958, todas pertencentes ao acervo de Raymundo Ottoni de Castro Maya, possuidor do maior acervo público do artista com 168 obras no total, adquiridas em leilões, galerias de arte, no próprio ateliê do pintor e outras ainda encomendadas por ele a Portinari. Além das obras, a exposição conta com registros, fotos, documentos e cartas que testemunham a relação entre colecionador e o artista.

Quando?
Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até às 18h.

Onde?
Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz, 02 - Luz - Tel. 3324-1000

Até quando?
De 10 de abril a 6 de junho (corram!)

Quanto?
R$ 6,00 / meia: R$ 3,00 - Grátis aos sábados.
Grátis para crianças até 10 anos e idosos com mais de 60 anos.


Adoro o Portinari, desde que vi "Retirantes" no MASP. Suas obras me passam muita emoção. E não foi diferente nesta pequena parte da coleção de Castro Maya. Vi quadros dele que nunca tinha visto, e de tudo o que mais me impressionou foram seus desenhos feitos com lápis de cor sobre papel em uma série do "Dom Quixote de La Mancha". Confesso que fiquei morrendo de inveja do espertinho do Castro Maya...

Não se pode fotografar lá dentro, e por causa do grande sucesso da exposição, os catálogos e livros tinham acabado na lojinha. Por sorte, consegui encontrar na internet algumas obras que ficaram na minha memória. Essa aqui em baixo é uma das minhas preferidas:

Dom Quixote de La Mancha, 1956.
Não dá pra acreditar que é só lápis de cor mesmo...


"Lavadeiras" eu achei interessante porque tem um aspecto diferente das suas obras mais tradicionais, como as que vêm logo aqui embaixo e não deixam de ser incríveis:
Menino com Pião, 1947


A barca, 1941


Grupo de meninas brincando, 1940

Esta última também gostei especialmente, além das gravuras que não consegui encontrar para por aqui que ilustraram livros como "Memórias Póstumas de Brás Cubas" de Machado de Assis e "Menino de Engenho" de José Lins do Rego. Mas como todo mundo sabe, ver ao vivo é completamente diferente! Então corram, porque só vai até dia 06!!!!!!!!!

Links relacionados:

http://www.pinacoteca.org.br/pinacoteca/default.aspx?c=exposicoes&idexp=324&mn=100

http://www.pr.gov.br/mon/exposicoes/portinari.html

Jordânia por Marcos Pacheco




Aluno: Ivan Altman 40912037
A exposição do designer gráfico Marcos Pacheco sobre a Jordânia tem como proposta central mostrar a experiência do contato do fotógrafo com um lado mais primitivo das pessoas. Pacheco buscou longe de cidades como Londres, onde as pessoas se escondem das fotos, retratos naturais, espontâneos e divertidos.
Pessoalmente achei as fotos bem tiradas e em alguns casos o assunto é interessante, mas esperava mais, pois o cenário é realmente incrível.
segue o link da exposição http://www.jordaniapormarcospacheco.com.br/

Arábia Café

Endereço:Praça Vilaboim, 73

Quando: das 11h00 à 00h00. De 25/05 a 04/07.






Triunfo das Cores, do Amor e da Música Sobre os Maldosos Azuis




Esta exposição estava dentro do festival de artes "Cultura Inglesa Festival", um festival bem interessante que reúne artes visuais, cinema, dança, e teatro. A idéia é que a cultura britânica seja interpretada e recriada na lingua

gem contemporânea de artistas brasileiros. No caso de "Triunfo das Cores, do Amor e da Música Sobre

 os Maldosos Azuis" , Carlos Nunes inspirou-se (bem livremente) no álbum "Yellow Sumbarine" dos Beatles- único dos discos dos 4 a

 não chegar ao topo das paradas do sucesso britânicas e americanas. Na história, os Beatles viajam de submarino amarelo até Pepperland, paraíso que acaba de ser tomado pelo baixo astral dos Blues Meanies, seres dispostos a  arrancar a alegria , a música e as cores do lugar. Cabe então, aos moçoilos de Liverpool liderar a rebelião, tocando e cantando para demostrar aos vilões que "All we need is love".


"(...)Em "Triunfo das Cores, do Amor e da Música Sobre os Maldosos Azuis", Carlos Nunes trabalha com uma série de registros, desenhos, feitos a partir de mecanismos que articulam som, luz e cor. Constroi assim, desenhos que são determinados pelos mecanismos de gerar som, ás vezes pela duração

 de uma música, ou seu ritmo ou, até m

esmo pelo mecanismo de algum dispositivo eletromecânico como um gravador ou toca discos." (Franz Manata)


De fato, espero que possam ver nas

fotos, em uma das obras, Nunes se utiliza das vibrações do

 som para mover balões que estão colocados sobre auto falantes, ligados à uma mesa de som. Em outra, Acopla uma caneta onde ficaria a agulha da vitrola e, trocando o

 disco de vinil por um disco de papel, e unindo-a a outra vitrola, cria um desenho determinado para cada música. Também t

em a obra das canetas coloridas ligadas a um Ipod, que vão "riscando" um papel conforme o ritmo da música. Aquilo é lindo!


Bom, aproveitem, fica até dia 11 de junho
Seg a sex, das 10h às 19hSábados, domingos

 e feriados, das 10h às 16h, no CBB!







sábado, 29 de maio de 2010

Steve McCurry: O Desassossego da Cor



Por: Marcela Souza - 40911812

Steve McCurry: O Desassossego da Cor

A exposição mostra 35 fotos de Steve McCurry. fotógrafo americano, que ficou internacionalmente conhecido após tirar uma foto de uma refugiada afegã de 13 anos que foi capa de revista National Geographic em 1985. A maioria de suas fotos são tiradas na Ásia, retratando seus povos de uma maneira muito bonita, com cores contrastadas e saturadas.

Serviço de Exposição

Galeria de Babel
Rua Virgilio de Carvalho Pinto 422/426
Telefone: 38250507
Datas: 18/05 a 25/07 das 10:00 as 17:00
Entrada Livre

Links Relacionados

www.galeriadebabel.com.br













Para quem gosta de fotografia a exposição é muito interessante. É realmente impressionante como tanta cor pode ser colocada em uma foto, sem deixar de parecer real. E como a vida desses povos pode ser tão estranha para nós.



































NAIR BENEDICTO - Paula Faustino

Índios Brasileiros, 1983 - Arara, Altamira, Pará


Índios Brasileiros, 1989 - Kaiapó, encontrode Altamira, Pará

Índios Brasileiros, 2006 -Arantxê-Manouki do Mato Grosso, São Paulo


A fotografa Nair Benedicto expõe 90 quadros relacionados a temas indígenas, políticos e socias dos anos 70 até os dias de hoje. A luta pela sobrevivência, a família, a a busca de um mundo melhor são mostrado em suas fotografias de maneira exressiva e delicada, trazendo uma bela imagem ao observador.


Onde: Centro Cultural de São Paulo
Quando: De 17 de maio a 13 de junho
Horário: Terça a setxa, das 10h as 20h
Sábados, domingos feriados - das 10h ás 18h
Entrada Franca
Piso de Flávio Carvalho

A exposição é muito bonita, e além de trazer temas interessantes, têm também muitas fotos lindas. Eu aconselho ir visitar, pois a fotógrafa tem um olhar voltado para questões interessantes, e isso fica nitido em suas fotos.


Cadavre Exquis

A técnica surrealista foi inventada em meados dos anos 20, baseada em um velho jogo de salão chamado "Consequences", onde os jogadores dobram uma folha de papel em partes e escrevem ou desenham algo em uma parte da folha, passando para outra pessoa que contribui com sua parte e assim por diante, formando um "montro" quando pronto.
O desenho sem título é o ponto de partida desta exposição. Da experiência de Lourival Gomes Machado, Sergio Milliet e Mario Neme, a exposição Cadavre Exquis não é grande e conta com 8 obras de arte de diferentes artistas em diferentes períodos.
Por mais interessante que seja o tema, não recomendo pela falta de elementos: maiores explicações sobre o tema, quantidade/qualidade de obras e falta de expressividade das mesmas.
Antonio Manuel, Belmonte Cabelo, Carmela Gross, Cildo Meireles,Dudi Maia Rosa, Edouard Fraipont, Eduardo Climachauska, Nuno Ramos, Rochele Costi, Sandra Cinto, Sergio Milliet, Sergio Romagnolo, Stela Barbieri são alguns dos artistas que compõe a exposição.

De terça à sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
até 08 de agosto.

Centro Cultural São Paulo - Piso Caio Graco
Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso
11 3397.4002
Catraca-livre!

Pedro Giomi
Matrícula 40916350

sexta-feira, 28 de maio de 2010

CCBB - Aguilar 50 anos



Daniel

José Roberto Aguilar

Exposição em Comemoração aos 50 anos de atividades do artista plástico, videomaker, performer, escritor e músico. Reúne cerca de 80 obras significativas do artista em diversas mídias e suportes.

Aguilar 50 anos
De 11 de maio a 18 de julho de 2010.
De terça a domingo, das 10h às 20h
Entrada Gratuita

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112, Centro - São Paulo/SP
Próximo às estações São Bento e Sé do Metrô.
Informações: (11) 3113-3651/3113-3652
bb.com.br/cultura







A exposição é bem completa devido a sua proposta, a saber, retratar de forma panorâmica a obra do artista, abrangendo seus momentos mais significativos. Logo, ela é dividida em décadas: 1960/1970, 1980/1990 e 2000. A primeira fase demonstrou a habilidade que o artista tem com o pincel apesar de praticamente abandoná-lo - como Pollock - nas fases posteriores. Estas telas me agradaram mais apesar das corres grosseiras. As telas da última década figuram, para mim, a Geléia Geral Brasileira dita por Gilberto Gil no album Tropicália. Há colagens com símbolos primários da nação, como a bandeira. Os vídeos são bastante oníricos, mas as instalações em mim nada incitaram. A exposição é bem organizada e o CCBB ainda oferece outras opções como a mostra de cinema popular permeados pelo pensamento de Bernardet.

IMS- ESCULLTURAS

Ruy Prado


Artur Pereira -esculturas

Exposição sobre Artur Pereira artista nascido em 1920, em Cachoeira do Brumado-MG, e morto em 2003. Essa é a primeira retrospectiva sobre o artista e suas obras são apresentadas mostrando seus diferentes momentos importantes em sua carreira.

Artur Pereira: esculturas
De 30 de março a 6 de junho de 2010

Instituto Moreira Salles - São Paulo-SP
Rua Piauí, 844, 1º andar, Higienópolis
Tel.: 11 3825-2560
De terça a sexta, das 13h às 19h;
sábado e domingo, das 13h às 18h
Entrada franca

link: http://ims.uol.com.br/Cinema/D17/P=294













A exposição é muito boa, apesar do espaço reduzido, aproximadamente 17 obras de Artur são apresentadas. Todas elas têm sua particularidade e demonstram a habilidade de Artur com a madeira. As mais interessantes são as torres com vários animais, algumas apresentam uma simetria impressionante. É interessante ver nas obras os traços de um artista simples, que nunca estudou e sempre morou na mesma cidadezinha no interior de minas, justamente essa simplicidade das obras, quase artesanal, que torna essa exposição imperdível. Como disse os organizadores da exposição Ricardo Homen e Rodrigo Naves “Poucas obras brasileiras do século xx conseguiram proporcionar uma experiência tão complexa e livre da natureza”